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Escola pública – Mais uma derrota acachapante

Paredes coloridas, janelas amplas e centros de aprendizado para crianças com necessidades especiais (bacana, né?). Deveria ser simples assim, não é mesmo? Mas para a Alemanha, a coisa realmente é simples. É assim que uma escola pública alemã se parece. Veja as fotos abaixo:

 

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O programa é organizado em torno de um auditório, naturalmente iluminado por amplas janelas orientadas para o norte, que se repetem nas salas de aula, distribuídas em quatro andares diferenciados pelas cores, desta forma, os professores, alunos e funcionários se movem intuitivamente pelo complexo, que conta com áreas de convivência, quadras poliesportivas, conservatório e cafeteria (é sério, tem até cafeteria).

Já imaginou se morássemos em um país sério onde crianças estudam em escolas públicas sem tomar um único tiro de bala perdida no interior de sua escola? Pensou se os políticos daqui fossem mais sérios e mais inseridos em nossos ideais? Só nos resta investirmos na rede privada de ensino e lutar para que nossos jovens levem a vida mais a sério, afinal pensar é uma atividade muito importante, e creio que o jovem deva começar a praticar este esporte.

Cabe aqui uma breve comparação?

Isso nem de longe lembro o nosso coitado do Brasil, que só nos dá vergonha e desgosto. Apesar do título e da imagem destacada, não quero aqui fazer uma comparação maior que a imagem abaixo (devidamente legendada).

Capa Escola Brasileira
O CIEP (Brizolão) foi uma ótima ideia, mas que não deu certo, pois está nas mãos corruptas de nossos governantes e aos cuidados de nossas crianças mal educadas, mal alimentadas e com saúde entregue a própria sorte, que não podem ver nada novo e funcionando que ou sujam ou destroem.

Imagina-se que uma escola alemã desse nível seja algo exorbitante aos cofres públicos, mas certamente nada que as malas com mais de 20 milhões de Geddel Vieira Lima somado aos 11 milhões das jóias da esposa de Sérgio Cabral não bancassem algo assim para nossos jovens.

Malas de dinheiro
Essa é a “poupança” de Geddel Vieira Lima, que foi vice-presidente da Caixa Econômica durante a gestão Dilma Rousseff e ministro da Secretaria de Governo de Temer. Esse dinheiro é apenas 20 milhões dos mais de 51 milhões desviados de um esquema ilegal de liberação de recursos na Caixa, no valor de 5,8 bilhões destinados a empresas investigadas.

 

Difícil comparar a estrutura da educação de países como Alemanha e Brasil, pois a Alemanha já viveu o pesadelo da guerra e de suas consequências (sim, o povo alemão também foi vítima do nazismo), mas se reergueu com a educação e com a cidadania, que ultrapassa tudo aquilo que avistamos por aqui, em terras corruptas. Os alemães sabem que o desempenho dos alunos que estudam em ambientes com boa infraestrutura é superior ao dos que estão em escolas que não dispõem de ambientes adequados.

Senhores pais, não matriculem seus filhos em escolas de Ensino Fundamental da rede pública, pois essa é a base. Cancele sua TV por assinatura, interrompa seu serviço de telefonia, streaming (Netflix) e qualquer outra invenção do entretenimento e da comunicação em prol de um futuro mais digno ao seu filho.

E aí, gostou? Concorda? Discorda? Comente!

Fonte sobre o esquema de Geddel Vieira Lima

Saudações Pitagóricas

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Aprenda a estudar em sua casa

Olá,  milhares de leitores do Equacionando (mentira, no máximo 5 ou 6), sempre tão fiéis e generosos com seu tempo. Sei que muitos acharão esse assunto tão interessante quanto um exame de próstata, visto que ainda estamos de férias, mas creio que alguns de nós já pode considerar uma mudança de comportamento.

Esse é o primeiro artigo de 2018 e, como não poderia deixar de ser, venho redigir sobre futebol EDUCAÇÃO, especificamente sobre como estudar em casa. Compor qualquer comentário sobre educação num país sem instrução para um adolescente que deseja proferir com a maior quantidade possível de gírias/erros, é como dar um nó em pingo d’água – IMPOSSÍVEL. Mas aqui estou eu praticando a minha fé.

Sabe quando você separa todo o material, senta-se à mesa e você vai começa estudar? Tudo acontece: o telefone toca, vagabundo te chama no portão, bate aquele sono da moléstia, a pessoa que o ignora te chama no Whatsapp ou Facebook após 4 anos, enfim, coisas  das mais estapafúrdias acontecem com quem tirou o dia para estudar em casa. E nada tem a ver com a lei de Murphy, apenas você ainda não tem o hábito de estudar em casa. Esse tema é tão importante, que anualmente escrevo algo a respeito, aliás se quiser posteriormente dar uma lida no que escrevi em Abril de 2017,  clique aqui.

Bom, separei algumas dicas sobre a melhor forma de se estudar em casa. Cada uma dessas dicas (ou hábitos) irá te ajudar a desenvolver uma rotina de estudos, que é a única maneira de se estudar em casa com eficiência e alcançar resultados verdadeiros. Claro que você não precisa de todos esses hábitos, mas a certeza é que quanto mais, melhor.

Vou começar, então PARE DE PREGUIÇA E LEIA ATÉ O FINAL!

1ª Dica – Estude sempre no mesmo lugar da casa.

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Isso é importante, tanto que é a 1ª dica que me vem à cabeça. Ter um local fixo para estudar é o primeiro passo para estabelecer corretamente seu hábitos de estudos em casa. Isso reforça o hábito de estudo, pois sempre que você chegar ao seu local de estudos seu cérebro já estará preparado para estudar. Quando você bater o olho nesse lugar, sentirá mais motivação para entrar em ação, pois você fará sempre a mesma atividade no mesmo local.

Escolha um local de estudos ideal pra você (de preferência que seja naturalmente claro e ventilado), fazendo dele um lugar sacrossanto. E nada de 1000 utilidades, pois esse deve ser um local só para estudar, portanto evite usá-lo para ficar pastando na internet ou aquela charge do professor que você menos vai com a cara. Usar esse local só para estudos ajudará a reforçar o hábito de ESTUDAR.

 

2ª Dica – Deixe tudo organizado em sua mesa.

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Nada de zona, hein! Sempre deixe os materiais de estudos organizados. Dessa forma, você não perderá tempo procurando material ou mesmo organizando o local para estudar. Se previamente organizado, estará pronto para recebê-lo(a) a qualquer momento. E não é necessário dizer que, ao terminar sua sessão de estudos, devolva tudo aos seus lugares, né?

A mesma organização é também necessária para as suas anotações, caso contrário você vai ficar mais perdido que cachorro em dia de mudança e nunca mais encontrará aquela nota importante, desperdiçando seu tempo.

A procrastinação é uma desgraça e retarda o aprendizado, e o hábito de organizar seus materiais vai ajudá-lo nisso, fazendo com que você acelere seu aprendizado. Comigo acontece a mesma coisa, quando vou começar a estudar tenho que estar em minha mesa e ter em mãos meu estojo de canetas, meus cadernos e meus livros, caso contrário, DEIXO PARA DEPOIS (é a tal da procrastinação que me referi ainda há pouco). Evite que isso aconteça com você e deixe tudo preparado.

 

3ª Dica – Termine tudo que você começa.

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Não deixe de completar diariamente suas metas de estudos. Nada pior do que ter um cronograma de estudos pronto, mas no fundo você sabe que nunca vai conseguir completá-lo. Você olha para aquele cronograma todos os dias e sente uma sensação de fracasso e desânimo. Isso acaba com sua motivação para estudar.

Quando você avança completando suas metas de estudos você se sente motivado a continuar estudando cada vez mais. Portanto, separe um tempo para fazer um plano de estudos que seja condizente com sua realidade e depois parta para a ação. Acredite, você não será nenhum Einstein em um ou dois dias, aliás nada acontece da noite para o dia, é preciso você estar sempre melhorando seu cronograma de estudos, deixando-o realista.

Se você perceber que seu plano de estudos não está dando certo, faça mudanças ou isso irá minar sua motivação.

 

4ª Dica – Faça pausas entre um estudo e outro

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Falei PAUSAS entre um estudo e outro, não FÉRIAS. Existem dois problemas grandes ao estudar em casa, ou é o excesso de descanso ou é a falta de descanso. Ambos prejudicam seu aprendizado. Para você aprender com eficácia, é preciso um equilíbrio. Para que seu cérebro fixe melhor a informação, formando mais conexões neurais (memorizar o que você está estudando), faça pausas de 10 minutos a cada 40 minutos de estudos, esse é o ideal. Se respeitar direitinho esse tempo, criar esse hábito, irá perceber um aumento em seu aprendizado.

Mas cuidado com o que fará nessas pausas. A pausa é o tempo ideal para fazer coisas como andar um pouco, beber uma água, ir ao banheiro ou interagir com a família, não para acessar a Internet ou assistir TV

 

5ª Dica – Fique longe das distrações que você tem em casa

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A nossa casa foi feita pra o descanso e isso não deixa de ser um problema. Estudar em uma casa cheia de distrações, como a cama, a televisão, o video-game, o celular, comida fora de hora e sem falar nas pessoas que nos distraem com coisas mais absurdas possíveis, como “ordens” para que você compre alho na esquina no meio de um cálculo ou uma difícil interpretação de texto.

Sim, meu amigo, você está em um verdadeiro campo minado. A única maneira de se manter longe é através do hábito sugerido na 1ª dica (seu sagrado lugar de estudos).

Sim, os professores são naturalmente malas. Eles jamais autorizam o uso de celular em sala de aula e você o odeia por isso, mas é justamente isso que terá de mudar em você dentro de sua casa, pois aí não terá ninguém para inspecioná-lo. Não pense que você é diferente e por isso vai conseguir conciliar seus estudos com o aplicativo Pokémon GO. Você não é diferente das outras pessoas, você não criará um método patenteado e revolucionário de estudos. Aceite isso!

 

6ª Dica – Deixe as pessoas avisadas.

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Essa é simples de se entender, você precisará de privacidade e silêncio. Quando você está em casa não dá para todos saberem se você está estudando ou assistindo um filme, portanto você precisa manter o hábito de avisar sempre as pessoas que moram com você para não distrair sua atenção.

Explique sua decisão em estudar e que em determinadas horas do dia não poderá ajudar muito em casa. Esse é mais um motivo para que você tenha um horário específico de estudo, pois as pessoas da casa também querem ter o horário para falar alto e escutarem música, mas isso você já tem que ter definido no hábito criado na 3ª dica. Daí todos saberão o horário do silêncio e também o horário livre.

 

7ª Dica – Estar motivado e ser disciplinado para estudar em casa.

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Tudo depende unicamente de você, não tem ninguém em cima cobrando, é só você e sua consciência. Se você não estiver motivado o suficiente acabará deixando de estudar. Um dia sem estudar além de atrapalhar seu desempenho é um passo para que você desista de vez, por isso é essencial ter o hábito de sempre se motivar.

Todo o dia pela manhã revise seus motivos e objetivos, esteja ciente da sua escolha de estudar e porque você está estudando. Lembre-se de que essa é sua maior prioridade agora e que você deve se dedicar para conseguir resultados. Faça disso um hábito.

Obviamente que tem dias que apenas a motivação não ajuda, é aí que entre em cena a DISCIPLINA. Ao contrário da motivação, a disciplina é você fazer algo que não está com vontade de fazer, é você fazer porque você sabe que isso é importante e lhe trará recompensas no futuro. Entenda que nossa maior fraqueza está em desistir, e você irá desistir aos poucos caso não consiga essa disciplina e, se tiver que desistir de algo, desista de ser fraco.  Aliás, leia esse artigo sobre medo, desistência e fracasso.

Já sabe aonde você quer chegar? Consegue visualizar os resultados? Então após esse exercício, parta para ação, pegue um livro e comece a estudar, colocando em prática essas dicas que você aprendeu aqui!

Saudações Pitagóricas

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Blog – Loucuras de um mundo sem sentido

Que semana bizarra, né? Tanto que interrompi minhas “férias” do meu amado blog Equacionando para dividir com meus 6 ou 7 leitores algumas de minhas frustrações. Sim, esse é o texto mais obscuro, mais tenebroso que já escrevi na vida (temo que haverão outros).

Na iminência de uma guerra (nuclear?) entre um irritadiço “Davi” gordinho de olho puxado e um mal-apessoado “Golias” de pele laranja com topete amarelo, fiquei lendo sobre absurdos que são chamados de arte e policiais espanhóis serem os responsáveis por 700 feridos, atacando seus irmãos simplesmente por exercitarem a democracia. Não foi estranho? Mas a semana foi marcada por conta de um “artista” nu apalpado por crianças e um Barcelona X Real Madrid no meio da praça com paus e pedras? Absurdo, de fato. Mas não, não foi isso.

O absurdo maior veio depois.

Creche
Crédito da imagem: @DesenhistaQuePensa

Eu já fico triste demais quando sei de alguém que morre num barzinho, embora muitos dirão que isso não é lugar para se estar. Fico chateado quando sei que adolescentes morrem em uma boate, embora muitos dirão que isso não é local para comemorações. Numa guerra morrem soldados, num hospital morrem doentes. Entendo isso, mas numa creche morrem crianças? Talvez eu até ficasse chateado se tal horror acontecesse na câmara dos deputados ou na ALERJ, onde os “trabalhadores” são tão úteis quanto sauna em Bangu, queimando cada corrupto sanguessuga usurpador tão em evidência no noticiário ou ainda em nossos bolsos quando fazemos compras. Mas se não me entra nem mesmo uma chacina em um presídio, o que dirá uma chacina em uma creche! Não mesmo.

O que aconteceu em minha querida vizinha Minas Gerais foi uma trajédia maior que as duas barragens da mineradora Samarco que se romperam na cidade de Mariana, também em Minas Gerais, em que pelo menos 128 residências foram atingidas pela onda de lama e dejetos, causando 6 mortes e 12 desaparecidos. E esse bonito estado de Minas Gerais sofre mais esse baque, um ainda pior que o homicídio que chegou a ofuscar as 59 mortes e 527 feridos pelo homem de 64 anos que atirou da janela de um hotel em Las Vegas.

Muitos dirão que a morte de 9 crianças e uma professora não ofusca a de 59 pessoas num festival de música. Apesar da tristeza que aconteceu nos EUA, não me entra na ideia a morte de diversas crianças queimadas vivas, crianças de 4 anos sofrendo a pior dor que se possa sofrer. Fico imaginando a criança curiosa, olhando para o vigia que ela conhecia e quem sabe até confiava, se perguntando o porquê dele a estar molhando com esse líquido com cheiro forte. O que veio após? Não, não foi um tiro na cabeça, não foi um corte no pescoço. O que aconteceu após foi a dor mais insuportável pela qual um ser humano pode passar.

Não, o que aconteceu em Las Vegas (59 mortes) não se explica. O que aconteceu na Boate Kiss (242 mortes) não se explica. O que aconteceu no Carandiru (111 mortes) não se explica. O que aconteceu na Candelária (8 mortes) não se explica. Mas há quem entenda os porquês de cada caso, afinal todos estão malucos e sedentos de sangue alheio, então culpemos alguém que vai para um show, um adolescente que vai comemorar sua formatura em uma boate, um bandido que roubou uma galinha ou ainda um pivete que só quer cheirar cola. Não entrarei nesse mérito de discutir loucuras e ideias frias e controversas sobre cada caso agora, mas quero ver qualquer louco me dizer os motivos de se atear fogo em crianças de 4 anos. Quero ver alguém achar motivos para esse homem com cérebro de abacate fazer algo tão animalesco. Aposto que, caso este animal sobrevivesse, as mesmas pessoas que defendem um maluco que fica se masturbando no ônibus ou que recriminam quem tatua “Sou ladrão e vacilão” em um vagabundo que invade a casa dos outros, encontrariam motivos para sentir pena deste animal e defenderiam de forma ferrenha este maldito assassino. Dirão que ele é maluco, dodói ou coitado. Enfim, honestamente não sei como essa gente pensa. Isso foi de uma maldade ímpar e que me chamou atenção de forma igualmente ímpar. Essa é apenas a forma de pensar de um pai de dois filhos que trabalha em escolas e desenvolve livros para o desenvolvimento Matemático de crianças há pelo menos 20 anos, então nem tentarei entender os motivos deste maníaco, pois sei que fracassarei (e com louvor).

Super-heróis existem.

O fim dessas crianças se deu perto do Dia das Crianças. Quis também o acaso que conhecêssemos uma heroína que realizasse, com um gigantesco ato de heroísmo e humanidade, o maior sacrifício que se pode fazer pelo próximo. Quis o “acaso” que isso acontecesse perto do “Dia dos Professores”, profissão esta marcada por tanta injustiça e falta de reconhecimento neste triste e corrupto país.

O assunto que me levou a escrever este dilacerante texto foi a atitude da Professora Helley Batista, de 43 anos, que quando criança sempre fazia o papel da professora em suas brincadeiras de escolinha com suas amigas. Essa mesma que sempre sonhou em ser professora, sacrificou a própria vida em favor dos seus alunos, salvando boa parte das crianças que estavam na creche “Gente Inocente”. Segundo as testemunhas, a Professora (sim, com P maiúsculo) com seu corpo envolto em chamas (teve cerca de 90% de seu corpo queimado), teria jogado muitas crianças para o lado de fora e, observado que ele não iria parar de atear fogo no local, entrou em confronto com o assassino, salvando muitas de uma das piores mortes imagináveis.

Por causa de seu gesto de coragem e de heroísmo que emocionou a todos, o presidente Michel Temer concedeu à professora Helley Batista a Ordem Nacional do Mérito, só concedida a pessoas que deram exemplos de dedicação e serviço ao País e à sociedade brasileira. Bonito gesto, mesmo vindo de alguém que jamais mereceria tal honraria.

Além de Helley, outras 9 crianças morreram por conta do ataque à creche. Outras 25 pessoas permanecem hospitalizadas em unidades de saúde de Montes Claros e Belo Horizonte. Ela salvou diversas crianças de uma morte pavorosa. Em seu último dia de serviços prestados ao seu país, ela foi heroica como um policial, corajosa como um bombeiro, justa como um juiz deveria ser, enfim, foi uma verdadeira PROFESSORA. Se não fosse por ela, a tragédia teria sido muito maior.

A professora era casada e deixou três filhos para se orgulharem dela: de 1, 11 e 13 anos. Orgulhem-se, crianças, pois no ano em que todos viram uma mulher ser chamada de Maravilha no cinema, foi ela, Professora maravilhosa que demonstrou ser, quem não apenas ensinou ao brasileiro o que vem a ser uma heroína de verdade, como também conseguiu nos fazer entender a estrofe:

“Mas, se ergues da justiça a clava forte
Verás que um filho teu não foge à luta
Nem teme, quem te adora, a própria morte”.

 

Saudações Pitagóricas

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Blog – Colar é corrupção?

Olá, meus 5 ou 6 fiéis amigos. Fico sempre muito feliz por ainda contar com vocês para ler minhas ideias na forma de palavras sinceras, mesmo que em um blog pouco frequentado. Quero falar sobre a cola, aquela movida pelo desespero e despreparo, pela “emoção” de fazer o errado, o proibido: nossa primeira corrupção. Se você atravessa fora da faixa, joga lixo no chão da rua, fura fila do banco ou cola na prova, sabe bem do que estou falando. Não acha nada demais nisso? Então você é um corrupto, meu amigo! Isso mesmo: ao cometer esses pequenos DELITOS, você está sendo CORRUPTO.

Muitos colam porque não estão preparados para a prova. Alguns desses alunos se sentem mais perdidos no dia da prova que cebola em salada de frutas. Outros rebentos, pressionados pelo clima de competição na escola ou pelas expectativas elevadas dos pais, acham que não têm escolha, fora que, visto que colar é uma prática tão comum, mesmo aquela prova fácil, mais babada que boi com aftosa, o mané acaba achando que não há nada demais nisso. O fato é que para os que não foram criados na sombra de conversas sobre o que é certo e o que é errado à mesa da sala ao jantar com os pais (isso quando tem mesa, isso quando tem pais que se importam mais com filhos do que com o próprio Whatsapp) e às vezes parece que quem cola leva vantagem. Nessa semana mesmo falei sobre isso com uma aluna e ela disse “nessa prova vi um colega colando na prova, professor”, e continuou: “O que dá raiva é que ele tirou uma nota melhor do que a minha e ficou por isso mesmo”. Como se vê, muitos acabam sendo influenciados porque um grande número de colegas opta pela cola, opta pela CORRUPÇÃO. Alguns acham que têm de colar para não ficar para trás. Mas trata-se de um conceito correto?

“Colar em uma prova é fazer uso de falsa astúcia para trapacear a si mesmo”. – Marilise Lech

O que se fala em ciência política é que toda vez que você faz uma coisa que você não pode revelar ou que você mantém em segredo, é um tipo de corrupção. E nada de falar em privacidade, pois ao colar, terá envolvido seus colegas, seus pais e, principalmente, seus professores nesta sujeira. É preciso sempre fazer um exercício de ética, tentando entender as diferenças daquilo que é público ou privado.

Vamos nos lembrar que você está na escola para aprender. Talvez você não veja nenhum benefício em acumular fatos que talvez nunca use, mas isso pode te sair mais caro que alimentar elefante com bombom, pois se você se esquivar do processo de aprendizagem recorrendo à cola, estará prejudicando sua habilidade em aprender coisas novas e de fazer uso prático das informações assimiladas. O conhecimento nunca vem automaticamente; é algo que exige esforço.

O fato é que o jeitinho brasileiro é um hábito sujo que muitos de nós, em pleno século XXI, ainda pratica. Esse repulsivo hábito privilegia geralmente os que não merecem crédito em detrimento dos que possuem real direito e que, nojento como o é, está longe de acabar, pois a sonhada facilidade de se conseguir as coisas de maneira fácil ainda é um atrativo para muitos de nós. A corrupção deve ser combatida a todo custo e a começar dentro de nossa vida, dentro de nossa casa. Se você quer dar passos largos em direção ao futuro, que não seja colando, ou seu coice pode ser mais curto que coice de porco. Não colar em sua prova já seria um ótimo começo. Agora, se você quer continuar colando, jamais reclame da impunidade criada pelo legislativo, chancelada pelo executivo e ignorada pelo judiciário, pois você em breve será mais um dependente deles.

Saudações Pitagóricas

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Blog – Sacrossanta Sincronia

Olá, amigos do Equacionando. Sempre que fico muito tempo sem conversar com meus 5 ou 6 fiéis leitores, fico doido para vir aqui e digitar algumas palavras. Se quer saber a verdade, o assunto pouco importa (quase sempre), desde que eu fale o que penso (confesso que nem sempre o que eu devo) e desde que eu passe informações diferentes das notas de R$3,00.

Por vezes, escrevo sobre a educação, sobre algo generalizado do que aconteceu em sala de aula ou então alguma informação que achei interessante (sempre destacando minha opinião). Não dessa vez. Hoje quero falar de alguns dos meus planos.

Pensei que fosse fácil

Desde que eu comecei a fazer as apostilas Equacionando, tenho redefinido os meus conceitos de DIFICULDADE. A cada alteração em meu material ou uma nova apostila, me deparo com algo que, ou aprendo, ou desisto. Nada de meio termo ou área cinzenta.

Alterações
Essa quantidade de Post-it adesivos são as modificações que faço a cada atualização. Mais espaço, menos espaço, erro de digitação ou uma nova questão. Sempre há algo a se fazer para manter o aluno e seu professor atualizados. 

Sabemos que desde que mundo é mundo, quando não há quem faça por você, você tem de fazer e, se fizer, que seja bem feito. Essa máxima eu levo comigo desde o começo e, desde que então, imaginei algo unificado, mesmo que não em um primeiro momento, mas que pudéssemos aproveitar tudo como se todo o trabalho fosse apenas um, numa verdadeira sincronia; uma grande integração de todo o material. Já viu “O Senhor dos Anéis”? O Um anel controlava a todos os outros. É isso que eu busco com o Equacionando: ter tudo interligado, para facilitar ao máximo ao aluno e ao professor e que todo o trabalho seja percebido como um único trabalho.

“Um Anel para todos governar, um Anel para encontrá-los. Um Anel para todos trazer e na escuridão aprisioná-los.”
– J. R. R. Tolkien

Nunca tive muita dificuldade para entender como as coisas funcionam, pois sempre abdiquei de alguns valores para o auto-aprendizado. A dificuldade que as pessoas apresentam em edição de imagens, edição de textos, edição de vídeos ou mesmo o básico em impressões, pode sempre ser aprendido quando existe o tempo disponível para tal. O problema da maioria das pessoas reside aí: quem quer abdicar de horas de sono, descanso ou tempo com os amigos para se atualizar ou aprender a utilizar alguma nova mídia em sua área de atuação? Sabemos que poucas pessoas o fazem. Dedicação extrema é mais perigoso para a saúde que cirurgião com soluço, mas leva a uma comunicação mais eficiente com seus alunos, sempre antenados com o que acontece (principalmente no que se refere a tecnologia). Essa dedicação é amplamente necessária se quisermos chegar a algum lugar, não somente na educação, mas isso serve para tudo.

Em 2011 a dificuldade era escrever a apostila. Em 2013 era montar um blog útil para meus alunos, algo para upload de material, notícia de concursos. Em 2016 comecei o trabalho de livros respondidos, para que qualquer outro professor possa entender cada uma das questões mais complexas, como Colégio Naval ou EPCAR, por exemplo. O próximo passo acabou de ser dado agora em 2017, que foi gravar vídeos com cada uma das questões presentes nos livros, em sua maioria CEFET, FAETEC, IFRJ, FIOCRUZ, EAM, FUZILEIRO NAVAL, CN e EPCAR para, enfim, redirecionar questões das apostilas para seus respectivos vídeos que, esse sim tem dado um trabalho monstro. O próximo passo, (em poucos anos) será gravar todos as outras questões de concursos públicos, como as bancas FCC, UNIRIO, CESGRANRIO, entre outras.

Sincronia

Após usar pelo menos 10 dias das minhas férias de fim de ano (sim, ninguém foi obrigado a ver minha cara feia, tanto ou mais que briga de foice no escuro) para aprender a fazer a introdução e o encerramento dos vídeos no ótimo programa CAMTASIA (sim, com M no meio), além usar o máximo que aprendi durante anos anteriores em Photoshop. Comecei então a gravar questão por questão, cada uma delas presentes nas 4 edições das apostilas Equacionando, não fazendo distinção de manhã, tarde ou noite, de meio de semana, fim de semana ou feriados. O resultado? SINCRONIA: qualquer aluno pode, com auxílio do celular e um aplicativo de QR Code (veja o vídeo abaixo para entender), baixar as respostas das questões de maior nível ou ainda buscar as explicações, em vídeo, no canal do Equacionando, no YouTube, e sempre na ordem numérica de seu livro.

Isso jamais seria feito com ajuda de qualquer pessoa (pois tomaria muito o tempo de terceiros), jamais seria feito por dinheiro (eu não teria como investir tanto) e, o mais importante, jamais seria feito sem um mínimo de talento pessoal, carinho e um certo orgulho com o que se faz (não sei cantar, afinal).

Vale comparação?

Sabemos que, mesmo que o politicamente correto seja negar a comparação entre pessoas ou instituições, a comparação existe entre quaisquer elementos, do mais simples e barato aos mais caros e complexos. Eu não tenho problemas em dizer que houve uma base para o Equacionando, um ponto de partida. Foram inúmeras apostilas dos melhores cursos e diversos dos melhores autores colecionados. Nunca escondi, por exemplo, que adoro os livros dos quais estudei em minha infância e, como integrante da geração Y, tenho certa facilidade em me aproximar e entender a necessidade atual dos adolescentes dessa geração, os chamados “geração Z”, pessoas mais práticas e pés no chão, que não largam de suas tecnologias em detrimento de livros e salas de aula, mesmo quando obrigados. Para essa geração, o material didático tem que preparar de verdade, pois eles sabem, mesmo quando não preparados, o que virá pela frente.

Para dar aula para essa geração, não se deve ser impulsivo. Sabe aquele professor mais grosso que dedo destroncado? Pois é; ele não consegue dar aula para a geração Y. Para essa galera, patadas é mais inútil que buzina em avião. Essa geração não pode e não deve ser enganada ou subestimada, pois tem em sua disposição informações que as gerações anteriores não tiveram, aliás uma saturação de informações que, apenas nós, saberemos separar o que serve e o que não serve para eles. Além de tudo, eles possuem acesso a provas anteriores (difíceis de se conseguir nos anos 80/90), explicações externas em vídeos, cursos a qualquer esquina, etc. O professor tem que saber o que está ensinando, ou o jovem saberá o quão está sendo enganado. Por isso fiz esse material (blog, apostilas, documentos para downloads e vídeo-aulas), para desafiar não apenas meu aluno, mas também para me desafiar numa segunda-feira qualquer. Ou o professor se atualiza dessa forma, ou não terá uma serventia num futuro próximo.

Perdoe se lhe pareço pedante, petulante, cheio de “si” ou orgulhoso em demasia, mas o fato é que faz tempo que trabalho em prol de um material que garanta a qualidade na educação com algo bem mais visceral que a importante – mas não mais importante – motivação financeira. Daí o excesso de confiança, daí a certeza do que estou oferecendo algo sem paralelo a baixo custo aos meus alunos.

Amanhã reviso tudo isso que escrevi e agora que terminei o texto, vou tirar um merecido sono, já que não sei o que é dormir direito há dois dias, por conta das playlists do Equacionando. Já foi lá ver?

Saudações Pitagóricas

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Ensino Médio da FIOCRUZ – Inscrições abertas

Começa no dia 15 de Agosto as inscrições para a Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio – FIOCRUZ, nos cursos:

  • Análises Clínicas;
  • Biotecnologia;
  • Gerência de Saúde.

Inscrição:

Atenção: A inscrição deverá ser realizada com o número do CPF do candidato.

Confirmação de Inscrição:

Atenção: É obrigação do candidato, ou do seu responsável legal, conferir todas as informações presentes no Cartão de Confirmação de Inscrição (CCI), observando data, horário e local de realização da prova.

Prova:

  • Dia: 08/10.
  • Duração: 3h.

Prova de Múltipla Escolha, compreendendo 28 questões nas seguintes áreas:

  • Língua Portuguesas – 14 questões;
  • Matemática – 14 questões.

Gabarito:

Sorteio Público:

  • Divulgação da lista dos candidatos aptos a participar do sorteio: 23/10.
  • Divulgação da lista final dos candidatos aptos a participar do sorteio: 26/10.
  • Realização do sorteio: 11/11.
  • Local: www.processoseletivo.epsjv.fiocruz.br.

Atenção: O candidato apto deverá imprimir o Cartão de Confirmação para Sorteio (CCS), a partir de 01/11, no endereço eletrônico indicado acima.

Resultado Final:

 

Saudações Pitagóricas

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Blog – Vamos errar e acertar na medida certa

Olá, minha querida meia dúzia de leitores (o número de leitores já do tamanho da torcida do Botafogo), sempre fiéis e generosos com seu tempo. Por que reconhecer nossos erros é mais doído que tropeçar descalço? Não sabia no que jogar na tela antes da “volta às aulas” de Agosto e fiquei pensando e repensando algumas de minhas atitudes neste primeiro semestre, achei então que faria todo sentido do mundo, após as provas de recuperação, falar sobre a dificuldade em RECONHECER NOSSOS ERROS.

Quem já teve o privilégio de pisar o chão dessa antiga fazenda (São João de Meriti), sabe que as pessoas desta terra semiárida, raramente assumem seus erros. Enfim, apesar de entender que esse erro pouca relação tem com a geografia, me espanta a frequência com que isso acontece com as pessoas deste rural município.

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Sempre me contaram a historia que errar faz parte da natureza humana e que o importante é como nos posicionamos diante desses erros. Não deixa de ser uma grande verdade. Fiquei pensando nisto e cheguei a algumas formas de reação diante de cada um de nossos erros:

1) Tentar escondê-lo, culpar os outros ou esquivar-se –  Agir assim traz consequências ruins, pois não aprendemos com os erros e isso nos faz sentir culpa e frustração. Podemos enganar as pessoas facilmente, mostrando nossa suposta perfeição, mas nunca podemos nos enganar. Assim não crescemos, não amadurecemos;

2) Reconhecer o erro com humildade e tentar aprender algo com isso – Se escondemos um erro, como vamos aprender? Reconhecer um erro e voltar atrás é sinal de coragem, além de nos proporcionar paz de espírito.

Vamos abraçar nossos erros e enfrentar as consequências, afinal, se não fosse para cometer erros não tomaríamos nenhuma decisão, né mesmo? Não haveria consequências negativas, mas também não haveriam progressos. As críticas surgirão, mas não irão nos diminuir, apenas nos engrandecer. Reconhecer que somos humanos e que erramos de vez em quando é essencial para nos tornarmos mais fortes e fazermos escolhas diferente da próxima vez, errando novamente, mas não naquilo que erramos anteriormente. Vamos levar a vida com humildade, reconhecer nossas falhas e buscar meios para superá-las. Só assim erraremos cada vez menos.

Quem nunca falhou é porque nunca se arriscou

yin-yangEu acredito muito no equilíbrio, aquele ying yang em que só errando se aprende. Sei que as pessoas que dizem que nunca falharam é porque nunca se arriscaram e permaneceram sempre na sua “zona de conforto”. Todo mundo sabe que “ninguém nasce sabendo tudo“. Apesar dos conselhos dos pais, avós, cachorros periquitos e papagaios, só aprendemos com as nossas próprias experiências, com as próprias porradas pancadas que levamos.

A única maneira de não cometermos erros é fazendo nada. Isso é, ao meu ver, um modo bastante covarde de viver a vida, o maior dos erros. Assim como é igualmente absurdo tentar passar uma imagem de perfeição ao não reconhecemos nossas falhas. Sabe aquelas pessoas que estão sempre certas, nunca falham e quando algo dá errado, a culpa é sempre dos outros? Reconhece gente assim? Claro que reconhece, porque gente assim é tão comum quanto filé com fritas. E não sei se vocês concordam, acho que gente assim é algo beirando o insuportável.

Cometer um erro é normal e ninguém pode procurar amigos perfeitos. Quando procuramos amigos perfeitos ficamos mais desorientados que mortadela em salada de frutas e, as pessoas que querem parecer perfeitas, nunca terão amigos verdadeiros e nem pessoas realmente interessadas em um relacionamento honesto e verdadeiro, seja qual for o tipo de relacionamento (como professor/aluno, por exemplo?).

Efeitos positivos de reconhecer nossos erros

1) Atrairemos mais pessoas verdadeiras para nossas vidas, pois estaremos mostrando que somos pessoas humildes e sinceras;

2) Conheceremos melhor a nós mesmos, nos fazendo perceber nossas qualidades e defeitos;

3) Mais conforto, já que não será necessário ser perfeito. Errar é normal e não significa fracasso, mas aprendizado;

4) Superaremos com maior facilidade as adversidades da vida, pois teremos o hábito de tentar corrigir e superar erros.

Rafael Vaz erros
Não esperar que nossos amigos, professores ou time de coração reconheçam seus erros. Devemos, em primeiríssimo lugar, reconhecer os nossos.

Você deve estar se perguntando: o que isto tem a ver com educação? Eu acho que tudo. Na matemática por exemplo, além do conhecimento necessário para que o rebento tente fazer um cálculo, se faz também necessário arriscar-se, o que pode ocasionar erros. Se formos capazes de reconhecer as nossas falhas, as chances de acertar serão maiores. O importante é tentar acertar. Assim como num cálculo, assumir nossos erros exige muita coragem e humildade. Se o seu rendimento em matemática foi abaixo que a sua família espera, cuidado para não atribuir culpa ao pai, à escola, ao coitado do professor ou até mesmo ao Rafael Vaz (zagueiro do Flamengo que se acha o “van Basten”). Se nos dermos a liberdade de errar, mas assumindo nossos erros, aprenderemos a ser mais flexíveis e tolerantes conosco. Essas ferramentas nos ajudarão a abrir novas portas e crescer. Fez aquela cagada Cometeu aquele erro e ainda não assumiu a culpa? Vai lá!

Saudações Pitagóricas

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Blog – Falemos de Nikola Tesla

Estou sem inspiração para falar sobre educação, escola e blá. Mas nunca me nego a falar da ciência e já me vejo na obrigação, quase que religiosa, em escrever algo para as massas (já contei 7 leitores assíduos, dentre eles, a minha mãe). Mas a vergonhosa verdade, aquela que ninguém gosta de expor, é que estou sem inspiração para escrever. Se é assim, que eu fale então sobre algo (ou alguém) que eu admire. Optei pelo “alguém” e senti a necessidade de escrever sobre Nikola Tesla (10 de julho de 1856 — 7 de janeiro de 1943).

O cara foi um dos inventores mais importantes da história da humanidade. Foi o cara que transformou em dia as suas noites mais sombrias. Se você acende a lâmpada fluorescente porque tem medinho do escuro, agradeça a Tesla. Se você quer ver a transmissão do jogo do nosso Mengão no fim de semana, agradeça a Tesla. Está com preguiça de ir até a TV para trocar de canal, santa obesidade? Aliás, qual foi a última vez que levantamos do sofá para trocar o canal ou aumentar o volume usando os botões da TV? Não impoooortaaa… Tesla é o culpado por nossa necessidade de fazer dietas, meu amigo! Hoje em dia, para tudo que fazíamos, existe uma máquina para fazer por nós. Tudo que precisamos é exercer força suficiente para apertar um maldito botão, e a mágica da preguiça acontece!

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Sabe o Tony Stark? Tesla é o cara que mais se aproximou deste personagem.

Imagine você lá almoçando e, do nada, uma explosão varre toda a roupa que a sua mãe largou lá no varal, fazendo gatos gritarem, cachorros correrem com o rabo entre as pernas e o corajoso do seu pai lá, já embaixo da mesa. Imaginou? Sim, essa era a agitada vida dos vizinhos de Tesla. O cara era gênio DEMAIS, mas era um perigo para seu bairro.

Nikola Tesla, de etnia sérvia nascido onde hoje é a atual Croácia foi um inventor nos campos da engenharia mecânica e eletrotécnica no fim do século XIX e início do século XX. Este é o verdadeiro Tony Stark (lembra do filme O Homem de Ferro, de 2008? Então vai entender a referência “Da Vince moderno”), pois muitas vezes foi descrito como um importante cientista e inventor da modernidade, o verdadeiro “cara” da energia limpa, sendo o cabra que “espalhou luz sobre a face da Terra“.

A ciência é, portanto, uma perversão de si mesma, a menos que tenha como fim último, melhorar a humanidade.” – Nikola Tesla

As patentes de Tesla e o seu trabalho teórico formam as bases dos modernos sistemas de potência eléctrica em corrente alternada, incluindo os sistemas polifásicos de distribuição de energia e o motor de corrente alternada, com os quais ajudou na introdução da Segunda Revolução Industrial.

Einstein e TeslaDepois da sua demonstração de transmissão sem fios (sim, ele inventou a transmissão de rádio) em 1894 e após ser o vencedor da “Guerra das Correntes”, tornou-se largamente respeitado como um dos maiores engenheiros eletrotécnicos que trabalhavam nos EUA. Muitos dos seus primeiros trabalhos foram pioneiros na moderna engenharia eletrotécnica e muitas das suas descobertas foram importantes a desbravar caminho para o futuro. Durante este período, nos Estados Unidos, a fama de Tesla rivalizou com a de qualquer outro inventor ou cientista da história e cultura popular, mas devido à sua personalidade excêntrica e às suas afirmações aparentemente bizarras e inacreditáveis sobre possíveis desenvolvimentos científicos, Tesla caiu eventualmente no ostracismo e era visto como um cientista louco. Nunca tendo dado muita atenção às suas finanças, afinal, seus projetos eram mais caros que alimentar elefante com bombom. Tesla morreu empobrecido aos 86 anos.

Todo o meu dinheiro é convertido em experimentos para realizar novas descobertas que permitam a humanidade viver um pouco melhor.” –  Nikola Tesla

Eu quase imploro aos meus alunos para que vejam o documentário abaixo. Eu tenho quase certeza que ninguém viu:

 

Quem imaginaria que um cara que adorava pombos (sim, aqueles ratos com asa que passam o dia planejando cagar em você) conseguiria dar à humanidade todo esse conhecimento, mesmo ele tendo o péssimo hábito de dormir apenas por duas horas poir dia? E olha que, às vezes, passava até dois dias sem pregar o olho!

Não creio que haja uma emoção mais intensa para um inventor do que ver suas criações funcionando. Essa emoção faz você esquecer de comer, de dormir, de tudo.” – Nikola Tesla

O detalhe é que esse cara tinha uma memória fotográfica impressionante, memorizando tudo o que lia, transformando sua cabeça em uma verdadeira estante literária. Por isso mesmo esse cara era fluente em oito idiomas e são raros os desenhos esquemáticos de suas invenções, pois tendo tudo em sua cabeça, julgava não precisar. Impressionado por ele falar oito idiomas? Eu pesquisei: servo-croata (já que era sua língua nativa), inglês (uma vez que viveu até o fim da linha na terra do tio Trump) e latim (pois essa todo cientista que se preze tinha que entender), mas também manjava de alemão, francês, italiano, húngaro e tcheco. E você destruindo o espanhol da Shakira e sofrendo para entender as piadas de Joey Tribbiani do Friends, né?  😀

A torre de tesla

Tesla estava assustadoramente à frente de seu tempo

De fato, o cara tinha mesmo a visão além do alcance (se você pensou nos Thundercats, você está velho demais e sim, foi essa a referência). A torre projetada por Tesla (Torre Wardenclyffe) foi uma baita antena de telecomunicações sem fio (altura de 18 andares) projetada para a telefonia comercial transatlântica e radiodifusão. Mas o que Tesla realmente queria, era fantástico: ele queria demonstrar a transmissão de energia sem a utilização de cabos conectores (sim, eletricidade sem fio), e foi justamente esse o problema. A torre deixou de ser capitalizada em razão de sua capacidade comprovada em transmitir energia (sem fios) por vários quilômetros, o que consequentemente poderia servir de base para gerar energia gratuita para o mundo inteiro. Você financiaria algo assim esperando lucro? Nem eu! Em 1917, durante a Primeira Guerra Mundial, o governo norte-americano mandou derrubá-la por medo da Alemanha apropriar-se de sua tecnologia.

De acordo com Tesla, o Sistema Mundial da Torre Wardencliff estaria apto a possibilitar:

1) A interconexão de todas as estações de telégrafos do mundo;
2) O estabelecimento de um serviço de telégrafos secreto e imune a interferências para uso do governo;
3) A interconexão de todos os telefones e estações telefônicas do mundo inteiro;
4) A difusão universal de notícias, música, etc.;
5) A transmissão mundial de textos na forma escrita (cartas, cheques, etc.);
6) A reprodução mundial de fotografias e desenhos;
7) O estabelecimento de um serviço universal de marinha capaz de permitir a orientação dos navegadores de todos os barcos e, consequentemente, a prevenção de acidentes e desastres navais.

Entendeu suas aspirações? Sim, o cara já falava em versões daquilo que conhecemos por TV, fax, internet e GPS.

Tesla 3

No final do século XIX, quando o rádio acabava de ser inventado e a televisão nem mesmo existia, ele foi capaz de distinguir claramente a possibilidade de que o mundo viesse a desfrutar de uma série de recursos tecnológicos que somente na era da informática chegaríamos a conhecer (através de inventos como, por exemplo, a Internet e o FAX). Porém, como a perspectiva da transmissão não comercial da energia elétrica estava incomodando muita gente, sobretudo os empresários dos EUA, o desenvolvimento do projeto de Tesla sofreu forte censura e não pôde se desenvolver. Esse foi, é claro, o “misterioso” motivo pelo qual a torre de Wandercliff foi condenada à destruição.

Como se vê, a cabeça do cara estava lá na frente, não só de seu tempo como, se bobear, do nosso tempo. Não é à toa que vi, no History Channel, um episódio da série Alienígenas do Passado todo dedicado a ele, falando sobre um suposto contato entre os homenzinhos verdes e Tesla. Vai saber?!

Acreditando nisso ou não, veja, pois eles falam muito de suas realizações:

Em 1960, o Sistema Internacional de Unidades (SI) passa a chamar de unidade “tesla” a medida de densidade do fluxo magnético ou a indução eletromagnética, em honra ao cara. Isso me faz perguntar: existiu um cara chamado METRO DA SILVA? Piada ridícula, eu sei.

No documentário acima (Alienígenas do Passado), eles falam sobre a obsessão de Tesla pelos números 3, 6 e 9. Achei um vídeo pequeno, com um foco sobre isto. Veja:

Tesla contribuiu em diferentes medidas para o estabelecimento da robótica, controle remoto (e você achando que joystik era coisa da ATARI), radar e ciência computacional, e para a expansão da balística, física nuclear e física teórica.

O futuro vai mostrar os resultados e julgar cada um segundo as sua realizações” – Nikola Tesla

E suas contribuições vão muito além, pois existem algumas que foram escondidas após sua morte, protegidas pelo governo americano por se tratarem de avanços militares, como o “raio da morte” ou a “máquina de terremotos“. E olha que nem vou começar a escrever sobre um sem número de malucos por aí usando suas realizações com certa controvérsia para apoiar diversas pseudociências, teorias que vão de OVNIs (sim, Tesla desenhou um disco voador) até coisas do tipo ocultismo New Age.

Enfim, quando houver a interrupção de energia em seu bairro e a mesma voltar, sei que muitos bradarão: GRAÇAS A DEUS! Eu entendo, pois também costumo atribuir algumas das graças a Ele, mas o fato é que sempre devemos atribuir boa parte dessa “graça” a Nikola Tesla – o gênio injustiçado.

Saudações Pitagóricas

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Blog – Exatas é coisa para mulher?

Hoje o assunto é sobre mulher. Mas não estou falando sobre saia ou salto alto, meus amigos leitores. Hoje resolvi direcionar o Equacionando à mulher, e com certo orgulho, pois a maioria dos meus 5 ou 6 leitores são mulheres – seres curiosos por natureza com uma vontade enorme em tirar pensamentos de sua cabeça e passar para o papel e, por isso mesmo, seres perfeitos para o desenvolvimento intelectual.

Chemistry woman

Nos últimos anos, seja por uma maior cobrança por parte dos pais, seja por uma vantagem numérica frente aos meninos, as meninas tem conquistado notas maiores e tem entendido com maior facilidade o conteúdo da Matemática. Sei que ao pesquisarmos sobre os grandes matemáticos da história, acharemos nomes como: Euler, Gauss, Galois, Leibniz, Newton, entre outros. Você sabe, já escrevi sobre essas cabeças aqui mesmo no Equacionando. A maior parte dos matemáticos mais conhecidos são homens, até porque as mulheres começaram a se envolver com Matemática principalmente a partir da Segunda Guerra Mundial.

Sim, e que vergonha escondermos essa história durante tanto tempo. Veja esse vídeo e entenda:

Esse assunto me interessa demais, pois minha filha tem 9 anos e um dia vou querer conversar com ela sobre mundo desigual. Um dia vou falar para ela o que faço em sala de aula, como faço, mas principalmente falarei das pessoas que já existiram, o que elas fizeram e, sobretudo, o que uma pessoa em particular fez: Marie Skłodowska Curie.

Marie Curie (Varsóvia, 7 de novembro de 1867 – Passy, 4 de julho de 1934) foi uma cientista polonesa com naturalização francesa que conduziu pesquisas pioneiras no ramo da radioatividade. Foi a primeira mulher a receber um Prêmio Nobel e a primeira pessoa e única mulher a ganhar o prêmio duas vezes, um Nobel de Física e um Nobel de Química. Foi ainda a primeira mulher a ser admitida como professora na Universidade de Paris. Se ela conseguiu isso no século XIX, muitas deveriam se sentir livres para conseguir ainda mais.

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Se numa época em que o machismo era absurdo ela poderia ficar em pé de igualdade em importância ao lado de nomes como Einstein, Bohr, Schrödinger e tantos outros, o que então as mulheres geniais podem conseguir nos dias de hoje?

Eu acredito que a formação acadêmica nas áreas de ciências exatas, hoje ainda dominadas pelos homens, precisa de mais mulheres. Acho necessário haver mais referências femininas nas áreas de robótica, física, engenharia e matemática. Intercâmbios para mulheres nas melhores universidades são necessários e algo deveria ser feito para estimular as mulheres que estão nas áreas de exatas, para que elas possam ter uma boa capacitação.

O problema é que existe o estigma de que exatas é “coisa de homem”, como se estudar e ser competitiva fizesse com que elas perdessem sua feminilidade. As pessoas não falam isso diretamente, mas, ao longo de sua vida escolar, elas acabam sentindo isso.

Um estudo publicado no periódico Harvard Business Review revelou que 41% dos cientistas, engenheiros e tecnólogos de alto nível são do sexo feminino. Porém, 52% dessas pesquisadoras desistem da carreira e isso acontece sempre entre a metade e o final de seus 30 anos de idade.

“O papel do professor é estimular. Devemos mostrar às estudantes que, resolver desafios de Matemática é como uma arte: do nada as coisas se encaixam de uma maneira lógica, exata. Chega a ser bonito”.  –  Wellington Rodrigues

Hoje eu dediquei um pouco do meu tempo para escrever sobre a falta que a mulher faz às exatas, pois nessa semana, o mundo perdeu, vítima do maldito câncer de mama, uma iraniana sensacional chamada Maryam Mirzakhani, ganhadora da Medalha Fields de 2014 (algo congruente ao Nobel da Matemática). Ela, ganhadora de duas Olimpíadas Internacionais de Matemática, de 1994 e de 1995, tinha apenas 40 anos e ensinava na universidade de Stanford desde seus 31 anos. Ao ser honrada com a medalha Fields, ela disse em seu discurso: “Ficarei feliz se encorajar jovens mulheres cientistas e matemáticas”. Amém?

Saudações Pitagóricas

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Blog – 6 anos de Equacionando

Hoje, dia 08 de julho, faz 6 anos completos que comecei a digitar a Coleção Equacionando de Matemática. Claro que isso não teria sido feito se não houvesse a garantia que esse livro seria de fato utilizado pela escola em que eu, até hoje, leciono. E a garantia veio da pessoa que, na prática, completou minha formação. Ela me foi muito importante, pois acreditou em meu trabalho, em meu discernimento e em meu perfeccionismo, e isso acabou me trazendo a sensação de que eu posso e consigo fazer coisas até então inimagináveis para mim. Minha diretora me ensinou essa preciosa lição e deixou muitas saudades. Enfim, não poderia falar do Equacionando sem falar dela em primeiro lugar.

A partir de tal garantia, comecei a ignorar descanso e férias por conta de uma necessidade de trabalhar em algo meu, que tivesse a minha identidade, a minha forma de trabalhar e que fosse mais realista, gerando mais e melhores resultados a curto prazo. Foram meses e meses digitando, usando cada minuto vago, me custando mais do que apenas algumas horas de sono, me custando toda uma vida social, que julgava já não ter mesmo.

Eu poderia colocar a foto do primeiro livro do Equacionando, o primeiro que fiz e digitei, mas resolvi homenagear dois autores / livros que serviram de base para a formatação inicial do Equacionando, que foram:

  • Álvaro Andrini, com o livro “Praticando Matemática”.

Praticando

  • Manoel Jairo Bezerra, com o livro “Questões de Matemática”.

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Na verdade, no começo, lá em 2011/2012, essa coleção contava com centenas de questões originárias de dezenas de livros em que pastei na biblioteca da escola. Isso fez com que o livro fosse algo absolutamente novo, com face própria, mas foi importante utilizar os dois livros citados, livros esses que utilizei em meu ensino fundamental como um todo, e queria passar muito do que aprendi nesses dois entes da educação para os meus alunos, de forma a dar-lhes uma experiência parecida com a que eu tive há tantos anos atrás.

Hoje, passados 6 anos, tais livros já não estão assim tão presentes como na primeira versão do Equacionando, pois fui alterando de forma pesada, com questões destes livros dando lugar a questões provenientes de concursos que vão acontecendo concomitantemente com uma evolução necessária. Houve também acréscimo de outras questões de provas que ainda não tinham sido avaliadas. Com tais questões, houve também a necessidade de alterar muitas questões básicas, dando suporte às novas questões de concursos, fazendo com que o livro ficasse ainda mais distante de sua primeira versão. O livro foi ficando cada vez mais forte e mais direto, se tornando totalmente diferente da proposta inicial, que não passava de uma ousada mistura de livros.

Fazendo
Aquele momento de descanso que você faz tudo, menos descansar. Resolvi quase uma centena de provas para encaixar suas questões nas respectivas matérias.

Mas ainda consigo achar umas equações que me arremessam ao ano de 1990, quando ainda cursava a 6ª série do Colégio Duque de Caxias (quando tinha aulas com o professor João) ou ainda umas Potenciações e Radiciações, que me levam ao ano de 1993, quando cursava a 8ª série do Liceu Santa Mônica, em Nova Iguaçu. O meu professor de Matemática nesta época foi o excepcional professor José Roberto.

Estes dois livros são muito importantes e estão diretamente relacionados à minha formação, não apenas como professor, mas como pessoa, pois ao me lembrar desses livros, acabo me lembrando daquela minha amiga da 6ª série, que colaborou na resolução da questão da EEAR comigo, e também da viagem que eu fazia, dentro de um ônibus da empresa Master, o Caxias-Olinda, que demorava 60 minutos para ir de Anchieta até Duque de Caxias. Mas é claro que também acabo lembrando dos amigos da 8ª série de 1993 e da viagem diária que o 136, o Caxias-Nova Iguaçu, fazia para ir de Vilar dos Teles até Nova Iguaçu.

Questão EEAR
Questão EEAR, presente no livro Questões de Matemática, de Manoel Jairo Bezerra, grande inspirador da minha coleção.

Bom, no dia de hoje em que eu lembro do começo do Equacionando, reverencio a quem me confiou esta missão, como também a esses dois grandes autores e seus incríveis livros.

Eu li no ótimo hypescience que os livros são feitos de pasta de madeira e de celulose, matéria orgânica que reage ao calor, à luz, à umidade e aos produtos químicos utilizados na sua produção. Então o cheiro de um livro velho é resultado da reação do material orgânico com todos esses fatores. No mesmo texto, li que o cheiro é uma combinação de grama, ácidos, baunilha e mofo. Explicação técnica demais para o dia de hoje, pois o cheiro que esses dois livros têm hoje aqui em casa, é de muita nostalgia.

Saudações Pitagóricas

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